17/06/2026 – “Naming rights” x venda de equipamentos – Linha Vermelha do metrô de São Paulo/SP
A estação Carrão-Assaí Atacadista foi a pioneira na era dos naming rights no Metrô de São Paulo. Para carimbar sua marca na plataforma, a rede de atacados desembolsa mensalmente uma cifra que supera os R$ 168 mil.
Mas, enquanto as grandes marcas pagam caro pelo topo, nos trilhos a realidade é outra. O vagão lotado vira palco para o comércio informal, onde vendedores operam como verdadeiros “espiões”, camuflando mercadorias — de cortadores de unha a power banks — ao menor sinal de fiscalização.
No áudio deste post, o personagem da vez é um vendedor invisível aos olhos, mas onipresente na voz. De estatura baixa, espremido na multidão, ele se equilibrava no balanço do trem sem sequer tocar nas barras de apoio. Espião, surfista, ator… São muitas as camadas de quem sobrevive no subsolo paulistano
Sobre o namimg rights, saiba mais nessa matéria: https://www.metrocptm.com.br/estacao-carrao-assai-atacadista-e-a-primeira-a-usar-os-direitos-de-naming-rights-do-metro/